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Escrito por Sergio C. Schnoor
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O U-170 era um submarino de 1545 toneladas classe IXC/40 com alcance de 25.000 km.
Seu armamento de convés consistia em um canhão de 105 mm de duplo emprego, um canhão de 37 mm antiaéreo e de 20 mm também antiaéreo.
Foi atacado em 30 OUT 1943 por um PBY5 da Base Aérea do Galeão ao largo de Cabo Frio.
O U-170 navegava em direção ao comboio TJ que ia para o norte sob a cobertura aérea do PBY5 da FAB.
O avião brasileiro lançou duas bombas de profundidade que caíram um pouco antes do alvo.
O submarino reagiu com todo seu armamento de convés atingindo a quilha vertical do avião, a carenagem do motor direito e com dezenas de tiros de metralhadora ao longo da parte inferior da fuselagem. Os sargentos Halley Passos e Humberto Mirabelli da guarnição do avião foram feridos por estilhaços de tiros de canhão, tendo sido fotografados por jornalistas quando da chegada do avião ao Rio.
A barragem de fogo do submarino era tão densa que as explosões das granadas de cor cinza claro e cinza escuro causadas pela cordite, ingrediente usado na fabricação de bombas, exalavam um cheiro acre que invadindo a cabine do avião nos dava a impressão de estarmos vivendo uma cena de guerra "a la Hollywood".
Não considerado afundado, por ausência de testemunhas, fotografias ou sobreviventes. A observação de debris após o ataque constituía recurso da tripulação do submarino para despistar futuros ataques aéreos.
Tripulação do Ataque ao U-170
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Cap
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Dionysio Cerqueira Taunay
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Co-piloto
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2º Ten
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Sergio C. Schnoor
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Navegador
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2º Ten
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João Maurício C. de Medeiros
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Mecânico
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Sgt
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Halley Passos
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Rádio
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Sgt
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João Bispo Sobrinho
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2º Mecânico
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Sgt
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Humberto Mirabelli
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Artilheiro
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Sgt
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Anésio José dos Reis
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Artilheiro
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Cabo
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Raimundo Henrique de Freitas
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Artilheiro
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Soldado
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Gamaliel Alcântara
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